A hipoglicemia é uma alteração no metabolismo do carboidrato (não é uma doença), onde a concentração de açúcar (glicose) encontra-se anormalmente baixa.
Quando caracterizada como severa ou grave pode levar à inconsciência, coma ou até mesmo à morte.
A hipoglicemia pode ocorrer devido à negligência do atleta com a alimentação.
Se um jogador ou praticante de atividade física opta em não fazer o café da manhã, por exemplo, seu organismo fica de 12 a 14 horas sem receber uma carga adequada de nutrientes, que pode causar hipoglicemia, se durante o almoço sua alimentação não for balanceada.
A recomendação usual é que o intervalo entre a última refeição e a atividade seja de duas horas e meia a três horas. Este intervalo reduz o risco de hipoglicemia e dá mais energia.
Os carboidratos também são essenciais para o funcionamento adequado do sistema nervoso central, pois o cérebro utiliza a glicose sangüínea como combustível.
Os carboidratos, proteínas e todos os nutrientes devem ter a quantidade e qualidade para o treinamento.
No caso do futebol, um esporte de alta intensidade e intermitente, a ingestão de carboidrato durante o jogo e no intervalo, provoca o aumento do glicogênio muscular (energia), aumentando a capacidade de corridas de curta distância, causando efeito benéfico.
E assim acontece com a musculação, natação e outros esportes, se houver alimentação equilibrada e não o jejum como normalmente acontece, ocorre mais energia e mais disposição para o treino.
Sendo o carboidrato encontrado na mistura arroz e feijão e em diversos alimentos como: grãos, leguminosas, frutas (ou consumindo suplementos), esse nutriente é essencial para que a queima de gordura ocorra da forma eficiente e a proteína não seja utilizada para a produção de energia, desviando o foco das suas principais funções, resultando em um melhor treino.
Fonte: educacaofisica.org